A FiBOT conecta os sistemas que sua empresa já usa —o ERP, a planilha, o GPS— e responde pelo WhatsApp o que hoje alguém precisa ir buscar. Também avisa o que ninguém tem tempo de olhar.
Não é um dashboard. Um dashboard espera que você entre. Em seis meses ninguém mais entra, e sabemos disso porque aconteceu com a gente antes de construir isso.
Conversa de exemplo · números e nomes ilustrativos
Quase todo software para empresas morre do mesmo jeito: é comprado com entusiasmo, alimentado pela metade, e em seis meses só uma pessoa ainda abre. O dado existe. Ninguém olha.
Nós invertemos a lógica: a informação sai atrás da pessoa pelo único canal que ela realmente tem aberto, sem instalar nem aprender nada.
Isso tem um custo que preferimos falar logo de cara: nem tudo se automatiza. Se o que perguntam pra você muda todos os dias e nunca se repete, a FiBOT não vai servir — e a gente fala isso já na primeira conversa.
O que funciona é o chato: a pergunta que alguém faz catorze vezes por semana, e o documento que vence enquanto ninguém olha.
Onde está cada coisa, quanto consumiu, quais documentos vencem e qual convém mandar. Conecta com os sistemas que você já tem, sem trocar de fornecedor nem migrar nada.
Em produçãoNo balcão tem um computador, e funciona bem — até faltar luz ou formar fila e ninguém poder largar o caixa. A FiBOT vai no bolso: preços, coberturas, equivalências, a ficha completa.
Em produçãoCada unidade com seu próprio QR, rastreável desde que entra até ser entregue. Nada se edita nem se apaga: o status se monta sozinho a partir de cada leitura. Funciona sem sinal — fica na fila e sincroniza assim que há conexão.
Em produçãoTudo o que vence em um só lugar, avisando quem precisa resolver. Licenças, seguros, contratos, vistorias. Começa a partir de uma planilha que você já tenha.
NovoSe existe um dado que vive numa planilha e alguém pergunta por ele todos os dias, esse é o candidato. Começamos por um caso, não por tudo.
Sob medidaAntes — “Onde está a unidade 42?”
Abrir sistema → Login → Buscar unidade → Aplicar filtro → Conferir posição → Copiar dado → Mandar por WhatsApp
Depois — um áudio de sete segundos.
"Onde está a unidade 42?"
9:12 ✓✓Nenhuma fonte sozinha conta a verdade completa: o sistema nem sempre sabe onde está cada coisa, a planilha não diz o que falta, e sua equipe sabe o que não fica escrito em lugar nenhum. Cruzar tudo isso é o trabalho.
A espiral se abre: do dado solto à resposta
O sistema que você já tem, a planilha de sempre, e o que sua equipe relata. Nada é migrado.
Webhooks onde a plataforma oferece, consulta periódica onde não. Onze plataformas de GPS já mapeadas, entre outras fontes.
Formatos diferentes entram; sai uma única tabela, num banco próprio da sua empresa, separado dos demais.
O que se pergunta é respondido; o que vence avisa sozinho, sem que ninguém precise perguntar.
O quadrado maior da espiral, e o quadradinho por onde sai: uma linha, no único canal que sua equipe já tem aberto.
AssuntoRE: RE: RE: isso a gente faz manualmente?
De: Operações · 3 anexos
Te reencaminho a planilha atualizada. Cuidado que a versão de ontem ficou desatualizada, usa esta. Quando terminar, avisa a equipe pra verem antes da reunião.
Minutos perdidos por consulta, vezes que se repete por dia, dias úteis por mês. Essa conta é vocês que fazem, com os próprios números — nós ainda não os temos. Mas já sabemos como se faz: já fizemos isso em outros lugares.
8 min × 15 consultas × 22 dias =
44
horas por mês — mais de uma semana inteira de trabalho, em perguntas que já tinham resposta em algum lugar.
Números de referência, não dados de nenhum cliente em particular
Isso são 528 horas por ano. A pergunta que vem depois não é se vale automatizar — é quanto custa pagar alguém para fazer isso, doze meses seguidos.
A conta acima é ilustrativa — o padrão não é. Hoje já existem 90+ funções rodando assim, em produção, sobre 300+ unidades monitoradas pelo WhatsApp 24 horas por dia.
Você conta o que perguntam pra sua equipe todos os dias e como resolvem isso hoje. Daí sai se isso serve ou não. Se não servir, termina ali e não custa nada.
Escolhemos a pergunta que mais se repete e conectamos com o que você já tem —o sistema de sempre, a planilha, seja o que for—. Em duas semanas tem algo funcionando com um grupo pequeno de gente de verdade.
O segundo caso é escolhido por quem usa o primeiro, não por uma reunião de planejamento. O que ninguém pergunta não se constrói — e é aí que a maioria dos projetos estoura o orçamento.
Escreve-se como para uma pessoa. Nada de comandos exatos nem menu de opções: a consulta é feita como para um colega, e o sistema entende o que é preciso.
Por API, não por scraping. Conecta com os sistemas que você já usa —ERP, planilhas, bancos próprios— por API ou leitura direta. Sem credenciais compartilhadas, sem tocar na fonte original.
Lê, nunca escreve. Acesso somente leitura ao que for autorizado. Não modifica um sistema existente a menos que seja pedido explicitamente, com permissão própria à parte.
Acesso por perfil, tudo registrado. Credenciais e tokens nunca passam pelo chat — ficam de fora, como em qualquer integração séria. Cada acesso fica registrado: quem, o quê, quando.
Cada um desses quatro pontos pode ser explicado com mais detalhe assim que for preciso. Quanto mais perguntarem, melhor.
Não. Conectamos com o que você já tem — ERP, planilhas, GPS, seja o que for. Se o seu ainda não está mapeado, a gente estuda, mas nem sempre dá — e isso a gente sabe já na primeira semana, não em seis meses.
É a pergunta certa, e o motivo pelo qual isso vive no WhatsApp e não num aplicativo. De qualquer forma, medimos o uso desde o primeiro dia: quantas consultas, de quantas pessoas diferentes. Se depois de quatro semanas só uma pessoa escreve, o problema não era a ferramenta, e a gente fala isso pra você.
Não publicamos uma tabela porque o primeiro caso define o escopo e as diferenças são grandes. O que garantimos: na primeira conversa sai um número fechado, não uma faixa nem um "depende".
Num banco de dados próprio da sua empresa, separado do de qualquer outro cliente. Nenhuma consulta de um encosta nos dados de outro, e isso não é uma promessa comercial: são projetos distintos.
Você leva seus dados exportados e desligamos tudo. Não tem fidelidade nem contrato longo. Preferimos que você fique porque usa, que aliás é a única forma pela qual isso vale a pena pra nós.
Conta pra gente o que perguntam pra sua equipe todos os dias. Se é sempre a mesma coisa, provavelmente a FiBOT consegue responder. Se não for, a gente fala: vender o que não serve é mau negócio para os dois lados.